ENXERTO DE GORDURA – TIPOS DE TRATAMENTO

1A lipoaspiração já é uma cirurgia consagrada no Brasil e no mundo todo. Iniciada no início dos anos 80, hoje muitos estudos ainda estão sendo feitos em relação ao melhor aproveitamento da gordura aspirada. A gordura já é muito utilizada para melhora do contorno corporal, através da sua imediata enxertia, devolvendo volume para regiões deficientes, tanto em cirurgia plástica estética como na reparadora.

Na cirurgia estética, seu uso pode proporcionar aumento de volume da região glútea, melhorando a harmonia de seu contorno, e corrigindo eventuais perdas de volume que ocorrem com a atrofia das partes moles.

cirurgia esteNa face, é crescente seu uso como preenchedores de gordura definitivos, para tratamento da atrofia dos tecidos e rugas estáticas, principalmente como complemento ao tratamento do terço médio da face.

Nas mamas, seu uso também cresce de forma incrível, tanto nas reconstruções mamárias após mastectomias, adenomastectomias e outras cirurgias mais conservadoras da mamas (quadrantectomias e setorectomias), como também muitos trabalhos buscam o auxílio da gordura para melhora estética das mamas, como forma isolada de tratamento da falta de volume, ou ainda, principalmente, associando seu uso a técnicas de redução e pexia da mama, com ou sem o uso de implantes mamários.

Além disso, muitas pacientes desejam, a partir de uma certa idade, retirar os implantes e ficar sem os mesmos, para não precisar mexer novamente nas mamas. Para essas pacientes, a lipoenxertia tem sido uma alternativa bastante interessante e com excelentes resultados.

Muitos estudos ainda deverão ser realizados para entender e explicar os excelentes resultados que as técnicas de lipoenxertia podem proporcionar.

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PRECISO TROCAR MINHA PRÓTESE ???

Quando devo trocar a minha prótese?

Preciso necessariamente trocar??

As próteses hoje em dia não têm garantia vitalícia???

cirurgiarepa Todas as mulheres que fizeram a mamoplastia de aumento, e que colocaram próteses de silicone, possuem uma membrana ao redor dos implantes que o próprio organismo forma nos primeiros meses de pós-operatório. Essa membrana é chamada cápsula fibrosa, ou somente cápsula. Trata-se de um tecido inflamatório comum e habitualmente encontrado em todas as mais de 200.000 mulheres que fazem essa cirurgia por ano no Brasil. É esperado que com o passar dos anos, esta membrana, a cápsula, sofra espessamento gradual, chamado de contratura capsular.images-9

A contratura capsular é a evolução natural que ocorre em todos os casos, e pode ser classificadas em graus pela sua evolução variando desde um leve endurecimento ao toque, até a sensação de mama pétrea, podendo causar dor e até mesmo deformando a mama. O tempo de evolução da contratura capsular pode variar muito de acordo com uma infinidade de fatores: infecções locais ou sistêmicas (em outros órgãos), sangramentos, cuidados intra-operatórios, tipos de implante, cuidados da paciente, e principalmente pela resposta individual de cada paciente em relação à prótese, entre outros.

A resposta de cada paciente pode variar, como por exemplo ocorre na formação de uma cicatriz e não tem como prever. De modo geral, quando a contratura atinge graus mais avançados existe a indicação de trocar a prótese. O tempo para atingir este estágio mais avançado pode variar, mas em média é de 10 a 15 anos. Algumas pacientes permanecem com seus implantes por mais de 20 anos, sem contraturas evidentes, fazendo acompanhamento anual a partir do 10º ano de cirurgia. Já quando a prótese de silicone está rota, mesmo que sem contratura evidente, está indicada a cirurgia para retirada do implante, e troca se houver interesse em ma.

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